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Game Freak: Conversando sobre Pirataria

05/12/2011 | Categoria: DestaqueGamesPink Vader CastYou Tube

Conforme o prometido, aqui estou eu pronta para trocar uma ideia sobre a pirataria de games no Brasil e o quanto isso influência ou não no desenvolvimento do mercado nacional. Antes que você aperte o play, tenho dois recados para passar:

>> Trilha sonora por: vento forte. Desculpem!! Esse era o único horário em que eu podia gravar sem atrasar o upload, mas, infelizmente, estava ventando muito. Não é a toa que chamam minha casa de Morro dos Ventos Uivantes…

>> O YouTube comeu os últimos 40 segundos do vídeo. Só vi isso depois do vídeo ter sido visualizado uma quantidade considerável de vezes e bastante comentado — isso sem contar as quase 4hrs de upload. Por estes motivos ficará assim mesmo. Só faltou eu dando tchau :-) Nada de importante se perdeu.

E é isso! Agora já pode apertar o play e concordar ou não com os meus argumentos.

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Laura Buu

Publicitária por formação, escritora por opção e blogueira por denominação alheia. Planeja ter uma criação de pugs quando crescer e tem problemas em diferenciar a esquerda da direita.

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30 comentários

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30 Responses to “Game Freak: Conversando sobre Pirataria”

  1. Daimon says:

    Depois da “cultura” que o playone e o play2 deixou no Brasil eu acho bem difícil o povo largar pirataria, sempre vão preferir o mais fácil.

    Os consoles atualmente forçam o pessoal a ter que adquirir produto original, como o ps3 por exemplo, vc tem várias vantagens fazendo parte da PSN.

  2. K says:

    (entao…nao vi o video,mas vejo depois :D.(Isso é só um comentario sobre minha opniao sobre o tema)
    eu usava na época que tinha psone piratas e isso durou até a época do ps2,mas quando comprei um wii vi que ha muitas vantagens em ter originais(alem claro da satisfaçao por ajudar as empresas,e fortalecer essa midia q vem crescendo muito).E isso só se confirmou quando consegui o ps3,pq agr alem de ajudar esse genero de midia,ajudamos o nosso mercado a ser reconhecido,oq ja vem acontecendo,por exemplo a blizzard,sony…enfim chega a ser ‘lugar comum’ dizer “nao comprem”,mas o fato é q originais valem muito mais apena.

  3. WRegis says:

    Excelente cast.
    Força de vontade e procurar emprego ajudam a ter dinheiro também.

  4. r says:

    Falo tudo que tinha para falar, só falto os link do site como o nuuvem(http://www.nuuvem.com.br/)
    para as pessoas parem com essa desculpas esfarrapadas

  5. Garland, o Nunes says:

    espero não fazer um comentário biblico

    Laura Blue

    eu entendo e concordo a respeito do video, mas, a maior parte dos brasileiros são ignorantes e desinformados, vão criticar a favor da pirataria. Eu comprei original pela 1ª vez, os excluvivos de ps2, e senti uma satisfação por contribuir a softhouse, e nos impostos do Brasil, que provavelmente será roubado graças a nossa “maravilha” politica.

    Eu poderia passar horas falando a respeito, mas a grande maioria me xingaria e não compreenderia. Eu espero melhoras e talvez até a nivel cultural do povo.

  6. Realmente,Laura,você me fez pensar com argumentos bem melhores do que eu já tinha ouvido até hoje.Confesso que sempre estive meio em cima do muro,mas agora pensarei melhor sobre o assunto.
    Penso que,se queremos jogos mais baratos,deveríamos deixar de ser essa juventude que quer tudo na mão e começar a lutar pelo que queremos.Tem gente por aí protestando pra fumar maconha livremente,e os gamers só sabem reclamar e comprar pirataria?É triste.
    Concordo plenamente com o baixo aproveitamento dos jogos piratas.O que vem fácil,vai fácil e as pessoas jogam fora como se fosse nada,e nem pensam pra comprar,jogando por dois dias e guardando no fundo de uma gaveta.
    Creio que tudo é uma questão de provarmos ao governo que a indústria dos games merece uma diminuição de impostos,e que as grandes publishers podem e devem lutar pelos gamers brasileiros.Se um dia um lançamento distribuído aqui custar entre 70 – 100 reais,já será uma vitória.
    Parabéns novamente,e obrigado.

  7. Laura,

    Sempre tive console desbloqueado e sempre participei da cultura de pirataria, literalmente desde o Snes.
    Acredito que no Brasil a gente enfrenta uma problemática bem maior, não só de valor do jogo mas realmente os impostos também te impelem a optar pela pirataria. Não que eu concorde em vc comprar consoles piratas e tudo mais.

    Eu Reinaldo resolvi sair da pirataria pela simples desvantagem de não ter os jogos onlines, e pelo riscos também. Tenho um xbox e um Ps3.

    O fato é que o video game pra muita gente não tem o real valor do divertimento como a gente, de ter o jogo de jogar até o fim e tudo mais, de emprestar pros amigos jogar online. Ter o prazer de jogar e zerar o jogo 30 vezes pra ver todos os finais essas coisas que só quem realmente vive isso curte.

    Quando a gente fala de cultura de consumo brasileira, sempre entramos na discussão do “O que nos convém” do tipo “Ahh eu não pago isso tudo num jogo”, “Vc é louco pagar isso tudo em um jogo” pelo simples fato de que pra todo mundo é MUITO mais fácil vc comprar o console desbloqueado com 30 jogos dois controles e tudo mais pela metade do preço. APENAS PARA TER A VANTAGEM DO MAIS.

    Tenho orgulho de ver vídeos “amigáveis” como o teu, incentivando a galera a “legalizar”, gerar mudança de pensamento entre os gamers e nerds.

    Hoje eu tenho um console original com apenas dois jogos e não me arrependo de forma alguma de ter mudado de atitude, lógico não foi fácil mas é muito bom ver que muita gente tem a coragem e a atitude de estimular esse tipo de comportamento

    Adoro o blog sigo pelo reader. Ótimo conteúdo e texto

    vlw

    bjs

    Reinaldo Dimon
    @reinaldodimon

  8. Diogo Lopes Bastos says:

    Concordo com você Laura, infelizmente é muito difícil o povo largar o que é mais facil (estou incluso, pois tenho alguns jogos de Xbox 360 pirata, foram justamente os que joguei alguns dia e já coloquei de escanteio). As iniciativas de empresas e do jogo justo são válidas, Sony teve uma ótima idéia com o Blue-Ray que dificultou muito a pirataria. Mas o principal é a pessoa criar a idéia de que fazendo o certo vai ajudar a industria e por consequência se ajudar.

  9. Vicky Salles says:

    Acho que tem um ponto importante que está faltando falar que parece ser justificativa -> “Meu Deus, não vou pagar R$200,00 num jogo por que R$150 vão direto pro governo! Um absurdo esse Brasil”

    Amigos, um jogo lançamento custa lá fora $58 dolares. O que dá mais ou menos R$100,00 limpos. Aí você soma o preço da importação em si (compra, transporte etc), o lucro da distribuidora que vende o jogo para as lojas, o lucro das lojas que vendem o jogo pra você….somando só isso já dá R$150,00 fácil, sem contar NENHUM imposto.
    Ou seja, mesmo que a lei “milagrosa” que ainda tem que passar por 875mil aprovações for REALMENTE aprovada, vocês não vão pagar menos que isso em um jogo lançamento.
    É o tal “preço justo” que já é caro por natureza.

    • Viper says:

      Vicky,

      Falou tudo, a cada 100 REAIS que um produto custa fora do brasil são 168 REAIS de imposto, mais a parte de regionalizar, trocar os manuais, marketing, logistica e afins.
      Mas claro que dá pra ser mais barato, primeiro que a loja paga preço do produto para revenda logo um jogo deve custa no MÁXIMO uns 20 doláres pra loja revender, logo o valor de 58 doláres é na verdade o valor + lucros e afins.
      Pense da seguinte forma se toda loja no brasil cobra em média 100% sobre o valor do produto e costuma vender os jogos a 170, o preço de custo gira em torno de 85 reais sem contar que isso é chutando o valor muito alto, baseado nisso basta ver a costumeira promoção do ponto frio em vender jogos recem lançados a 70~80 reais no cartão deles.

      Mas não existe desculpa pra pirataria, não se compra o que não se pode pagar.. o problema do brasileiro é querer ter mais do que sua “faixa” financeira permite. Mas gasta 100 reais em numa noite nas “buatchies”. Cultura é o nome disso, problema cultural.

    • Murilo says:

      na verdade a distribuidora paga bem menos que os 58 finais e ja tem contrato com transportadora (ou ja faz esse serviço também) para que, tirando o imposto, esse preço ainda esteja mais ou menos dentro dos 58 dolares, talvez um pouco mais, ai somando com impostos (q no brasil é fantástico) chegar à um preço decente…

      O erro no Brasil vem de todos os processos, desde a negociação, passando pela distribuição/armazenamento e chegando no infeliz imposto… não acho que um jogo va chegar a 50 reais, claro, mas tem como melhorar o preço

      Agora, usar a pirataria como desculpa para um “protesto” não tem cabimento algum… mesmo pq funciona ao contrario, mais pirataria é menos investimento no país… Quando uma publisher ou developer negocia com um distribuidora no Brasil, o desconto que vem no começo do processo é MUITO menor exatamente por causa da pirataria, ou seja, com muita pirataria, tem pouco mercado, com pouco mercado o preço pago logo de cara pelas distribuidoras ja é maior, some isso com imposto, pronto, vc tem um preço abusivo, tudo graças aos caras q “protestaram”

  10. Murilo says:

    Pirataria não é questão d preço ou d qrer muitos jogos não, é questão d cultura, brasileiro acha q “facil” é melhor q dentro da lei… qdo algm compra um jogo pirata, não é pq só tem 50 reais no bolso, ele tem os mesmos 200 reais pra comprar o original, mas prefere ter uns 3 jogos… não é falta de dinheiro, é falta de vergonha na cara mesmo, Mercedes custa caro e nem por isso as pessoas saem comprando uma por 2 mil reais em qqr esquina por ai

    E digo mais, qm não tem dinheiro mesmo pra comprar jogos, o q fazer? Eu não posso comprar nenhum dos lançamentos, simplesmente compro os jogos q ficam em promoção, jogo os q eu ja tenho aqui e tb jogo F2P mmos… ngm PRECISA piratear pra jogar, fazem isso por conveniencia e pq a sociedade toda aceita, até os próprios pais dessas pessoas aceitam isso

  11. Laura,
    Meus Parabéns!
    Adorei o vídeo, e seus argumentos!
    Não vou ser hipócrita e dizer que nunca comprei um jogo pirata,
    mais já faz algum tempo que tenho tomado consciência disso, e hoje minha principal alternativa para não utilizar esse recurso têm sido a Steam.
    Foram muito boas suas dicas, e agora sei novas formas de me distanciar desse “vicio” maldito.
    Congratz e continue assim =D

  12. Gosto das discussões levantadas por este blog mas acho que neste debate específico sobre pirataria existiram siginifcativo número de problemas argumentativos. Não sou de piratear jogos, porém já tive muitos amigos diretamente relacionados com isso e posso dizer que alguns pressupostos foram consideravelmente problemáticos.

    1- Roubar é um termo muito exagerado para se definir pirataria, primeiro porque segundo o próprio código penal isso implica em alguma espécie de ato violento. Mesmo que eu vá até sua casa e leve o seu computador isso não será um roubo e sim apenas um furto caso você não esteja presente, que dirá então de um ato de cópia que nem sequer priva o outro da posse. Em suma pode ser descrito como crime ou ato ilegal mas roubo não.

    2-Evidententemente que uma empresa jamais admitirá que a pirataria foi a motivadora para a implementação de uma atitude positiva, pois isso seria valorizar a quem ela considera como inimiga. A prática de disponiblizar versões “demos” de jogos, por exemplo, teve certa influência da pirataria mas claramente nenhuma produtora fará questão de admitir isso.

    3-Público grosseiro? Uma empresa jamais analisaria assim, ela simplesmente entende como público não-lucrativo.

    4-Chega na sua casa direitinho? Hmm já comprei algumas coisas na internet e devido à minha localidade só uma das minhas aquisições chegou no prazo estabelecido. E me refiro a lojas conceitudas como Saraiva e Submarino.

    5- Você falou de desconhecimento da Steam por exemplo. Quem desconhece não pode ser chamado de cômodo e sim de pessoa que ignora determinada coisa e que por isso não sabe da existência de alternativas melhores

    6-Muitos que baixam não tem console e sim apenas computador. Outra coisa que foi ignorada do início ao fim é que a maior parte das pessoas que baixam não são adultos que ganham salário e sim adolescentes e até crianças que não tem uma renda fixa. Esses podem justificar dinate de um adulto a aquisição de um computador (que realiza uma série de outras funções) ou de um console uma vez na vida talvez, mas não de gastos periódicos de alto valor em algo que a maioria das pessoas julgará como supérfluo.

    7-”Se matar pra comprar um jogo”. Isso não é um bom sinal sem dúvida.

    É isso de forma geral, não quero me demorar ainda mais, só faço questão de ressaltar que se referir à pirataria como questão de comodiade trata-se de uma visão um tanto limitada da discussão e que aquelas pessoas mais dedicadas a este processo certamente prolongariam bem mais apontando problemas nas argumentações apresentadas.

    Por fim ainda faltou o que para mim é a melhor alternativa àqueles que não tem condições: o aluguel de jogos.

    Abraço

    • Allan says:

      Nos termos de uso de qualquer jogo, está definido claramente o aluguel como como uso indevido, ou seja, criminal. Abs.

  13. Barata says:

    Fodastico o video, disse TUDO!! e só queria acrescentar que… porra galera você tem noção de quanto cada pessoa que trabalha com desenvolvimento de games tem que estudar e o quê estudar pra desenvolver o jogo que você vive xingando e baixando? =/ pois eh… se o pessoal tivesse uma minima noção disso neh ._. enfim, otimo video Laura Buu ;) nós programadores estamos nessa tbm o/

  14. Concordo que a pirataria só atrapalha nosso mercado. Mas acredito que isso melhorou com os jogos on line e as limitações de quem compra os jogos piratas. Acredito que o preço é o grande motivador de quem compra pirata e negar isso é ser hipócrita. um amigo meu disse que só compraria o video game pirata por causa do preço. Acho que dias com preços mais em conta mais vezes no ano impulsionariam mais a industria…

  15. K says:

    nossa qntos comentarios longos da até preguiça.

  16. Flavio says:

    Já tinha visto isso Buu? o jogo serious sam 3 ao detectar uma instalação pirata insere um inimigo invencivel no meio do jogo huahua achei mto bom http://tecnoblog.net/84589/serious-sam-3-inimigo-invencivel/

  17. Allan says:

    Não por nada, mas eu gostaria de lembrar que, apesar de ser uma alternativa mais honrada que a pirataria, a compra, venda e troca de jogos usados é tão nociva para a indústria de games quanto a distribuição ilegal.

  18. Acho sua visão muito válida. Adoro comprar games. Inclusive alguns clássicos iguaizinhos aos originais, vendidos na WiiShop e na PSN, por exemplo. E não há algo mais irritante do que ser chamada de “otária” por ter “pago por algo que tem de graça na internet”. Como se fosse motivo de ORGULHO ter baixado, ter sido “esperto”.

    Sério, quando dei meus míseros 5 dólares por Super Mario 3 (NES) para Virtual Console, foi como se eu dissesse: “eis, Nintendo, minha humilde oferenda por anos e anos jogando esse game maravilhoso”. Já senti na pele o que é ter um game de uma franquia que você adora não ser lançado no Ocidente porque “o jogo anterior não vendeu o suficiente”.

    Isso quando o download não vaza antes do lançamento do jogo, e naquele um mês que você espera seu game chegar, você já levou todos os spoilers possíveis e imagináveis só de abrir seu browser.

  19. roberto bigorna says:

    hehe.o SENHOR que disse ‘voce eh mulher e nao sabe de nada’ foi o mais hilário. LAURA ,só pra voce saber, eu acesso teu site e vejo teus videos justamente porque voce é mulher, e quando soube do seu trabalho pelo MDM, decidi acompanhar uma opniao feminina sobre o que eu gosto, E ATE AGORA NAO ME DECEPCIONEI.ex: eu nao conhecia MASS EFECT, mas quando tu falou sobre o game eu decidi comprar e experimentar, e hj to jogando e esperando o 3.

  20. Diego says:

    Parabens Moça pelo otimo post e site tbm que ainda estou explorando hehe
    Bom vou dar um pequeno relato do meu caso com a pirataria.
    Concordo com você quando diz que muitos pirateiam por comodismo que era o meu caso ate algum tempo atras no qual eu baixava e baixava diversos jogos, ate que fiz um amigo que conversando e tal, ele me disse a dezena de jogos que ele já havia zerado ai ele me perguntou qual eu havia zerado e nisso que me dei conta dentre todos esses vários jogos que eu baixava e jogava e eu não havia zerado nenhum! D:
    Comecei a refletir com tudo isso e percebi que a pirataria realmente não compensa, tenho varios jogos no HD mas nao zerei nenhum :(. Com isso a partir desse dia, agora eu baixo o demo do jogo e vejo, rodou legal no pc? bleza! vou comprar!
    Confesso que ainda não tenho muitos mas os q eu comprei eu zerei e valeram cada centavo :).
    Outra forma de prolonga a vida de um jogo eh o modo Online, que mesmo depois de zerar você ainda tem o modo online pra jogar com uma galera do mundo todo. Bom essa eh a humilde opinião xD hehehe

    Desculpa se o “pequeno” virou “extenso” relato ai acho que me empolguei hehehehe mas blza
    Bjao e mais uma vez Parabens! :)

  21. Will says:

    A demanda da pirataria só existe por causa dos altos índices de impostos.

    Eu compro jogos originais também, só que ainda sim, acho os preços abusivos de mais.

    Salvo algumas exceções.

    Pelo menos nota-se as empresas trabalhando em cima disso.

    Sendo assim, espero por dias melhores.

  22. MickaelSM says:

    Eu sou um dos que adoram comprar e esquece que não terá tempo para jogar todos. Mas sempre faço uma poupancinha para comprar os jogos que quero (PS3), principalmente lançamentos. Jogos para terminar: Batman AC, Uncharted 3, Assassin´s Creed Revelations, L.A. Noire, Portal 2, Battlefield 3 e Modern Warfare 3. Preciso me reeducar ou ficarei rendido pela operadora do meu cartão de crédito.

    De qualquer forma, as empresas finalmente estão olhando para o Brasil como um bom mercado consumidor. Aposto que haverá diminuição substancial da pirataria daqui a oito ou dez anos.

    Bye!

  23. Robson says:

    Concordo plenamente com seus argumentos.

    O The Elder Scrolls V: Skyrim custa 99,90 no nuuvem, mas pelo jogo que é vale a pena comprar.

    O pessoal defende a pirataria por comodismo, no meu caso percebi isso quando comprei o WoW original, na época gastei 200 reais nas keys, porém o jogo vale isso, não me incomodo em pagar uma mensal de 15 reais pois o jogo vale a pena.

    Comodismo é a palavra que define quem defende a pirataria.

    Se as pessoas querem um preço justo em games porque ao invés de protestar baixando piratas não vai e protesta contra os impostos abusivos colocados nos jogos no país? Comodismo é a palavra certa!

  24. [...] para participar do palco de Jogos aqui na Campus Party. Inicialmente iamos falar sobre pirataria, inspiradas por esse vídeo aqui, na terça-feira. Mas ai veio a chuva troll e zoou toda a programação. No final isso foi bom, [...]

  25. marcus says:

    Bom , como disse o dono da Steam , Gabe Newell , para combater a pirataria temos que oferecer um serviço melhor que os piratas ! na steam os jogos ficam na sua biblioteca para baixar quando voce quiser e pra sempre na conta ! voce compra o seu jogo na legalidade e baixa ele numa boa ! eu compro meus jogos de pc via steam , e compro meus jogos de console por importação , infelizmente…

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